27/02/2011

Da edição 2000 do Expresso...

Comparações diversas entre 1973 e a actualidade.

- 58.650 era o número de estudantes do ensino superior em 1973. Em 2010 eram 383.627...

Isto é capaz de explicar muita coisa. Digo eu.

Deve ser das ruivas...

É, deve ser isso...

A primeira vez que ouvi isto, por alguns segundos, pensei que fosse uma nova música da amiga Florence...

25/02/2011

Gosto muito, mas mesmo muito desta música...



O filme não é uma obra prima, mas a música...é excelente.

Aliás a banda sonora da trilogia é bastante boa.

24/02/2011

Não sei se já disse, mas adoro este anúncio...é genial

A sério, está muito bom.

É que já não ouvia esta palavra à anos...

PECHICHÉ

Achei tão engraçado quando a ouvi ontem...

E para quem não sabe o que é
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Wait for it...
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O que eu sempre achei piada a esta palavra. Ouvi-a tantas vezes.
- Mãeeeee onde está o verniz (quem diz verniz, diz outra porcaria qualquer)?
- Vê no pechiché.

23/02/2011

E porque só se fala nisso...

Nos jornais, nos noticiários, por essa blogesfera fora...também eu me vou arrogar a dissertar um bocadinho...
E se ainda não adivinharam...mete a "famosa" música dos Deolinda (q ainda não ouvi) e a palavra rasca, já estão a ver onde isto vai, não já??

Ando assim a modos que a ficar um bocadito farta desta conversa da geração "à rasca", e de todos os comentários que ouço e leio.

Ah e tal que não temos dinheiro, ah e tal que não condições para sairmos de casa dos pais, ai que não posso fazer nada...ai, ai, ai...

Ora bem, quero apenas lembrar que na altura dos nossos pais as coisas também não foram fáceis.
Geração à rasca?

Eles também não viveram num mar de rosas. 25 dias de férias. Subsídios. Licenças. Direitos. Ordenados elevados. Não, eles (ou muitos deles) também não tiveram nada disso, durante muito tempo.

O meu pai chegou a aceitar um trabalho na construção civil, a carregar sacos de cimento, para conseguir pagar os estudos, - e as despesas da casa, na altura já com um filho nascido - à noite (sim, depois de um dia de trabalho duro), para conseguir uma vaga no Banco onde trabalhou até à sua reforma.

Recebeu mal, trabalhou muitas horas, e pagava a casa com muitas dificuldades. Mas safou-se, educou-me a mim e ao meu irmão e conseguiu assegurar uma reforma mais confortável para si. Pagou os nossos estudos até ao ensino superior, para termos uma vida melhor.

Naturalmente, e porque não sou acéfala, não digo com isto que devemos todos cruzar os braços e resignarmo-nos. Não, não é isso. Devemos protestar? Devemos sim senhora. Exigir melhores condições.

É injusto, cruel, aproveitador, abusivo...and so on, aquilo que se passa na nossa sociedade. As entidades patronais usam e abusam dos funcionários (muitos deles excelentes funcionários). E por isso devemos lutar. Até porque depois dos meus (dos nossos) pais já houve o 25 de Abril, chegaram os direitos, há um código de Trabalho há Tribunais...

Os tempos mudaram, e as condições deveriam ter mudado para melhor, é verdade. Mas digo apenas que não somos "a" geração à rasca. Não somos "pioneiros". Não nos elimina as dificuldades e a dor, mas não somos caramba.

Ai porque temos de viver em casa dos pais até não sei que idade. E antes??
Antes os nossos pais viviam com os pais deles (nossos avós), partilhavam uma casa com pais e sogros (geralmente na deles, na dos nosso avós).
Nem todos é certo, mas os que não o faziam também se viam à rasca para pagar a renda/prestação ao banco (e na altura os juros eram upa, upa), chegando até a alugar quartos a estranhos para ajudar a pagar a dita casa.

Viajavam? Não. Férias? Sim, na santa terrinha, para quem a tinha (na casa dos avós).
Iam ao cinema, ao teatro a concertos? Não. Não havia dinheiro para isso, tinham filhos (nós) para educar.
Compravam bens de luxos - telemóveis de € 300? ténis caros? malas caras? Não.
Jantavam fora? Não. Saiam à noite? Não, ou muito pouco pelo menos (e tendencialmente para fazer programinhas baratos).
Abdicaram de tudo isto para nos educarem e terem uma casa? Sim, abdicaram.

Volto a dizer, andamos diariamente à rasca, andamos pois. É um facto, uma realidade. Contamos os tostões todo o santo mês. Ando à rasca todos os meses, tal como boa parte das pessoas que conheço, mas não é uma situação inédita, não somos vitimas de uma atrocidade nunca antes assistida.
Não nos vamos armar em mártires e coitadinhos. Ai que somos "a" geração à rasca. Uma nova "estirpe".
À rasca já andaram os nossos pais, avós e bisavós.

Podemos não ter evoluído como desejado e esperado, e como muitos Países conseguiram fazer. Mas não somos "a" geração à rasca, somos quanto muito mais uma...

Se isso faz diferença, não sei...isto é só a minha opinião.

20/02/2011

A ouvir o novo álbum de Radiohead...

Só me ocorre dizer,

Muuuuuito bom.

E amanhã lá temos grande derby...

Força Benfica!!!

E ontem ao almoço matei as saudades disto...



Cosa nostra, as saudades que eu já tinha desta pizza.

Gosto muito desta música...



E o vinil já cá canta em casa.

17/02/2011

Pronto, pronto, eu vou ao oftalmologista...

Sim, eu sei. Vejo mal ao longe. Já à muito que sei isso.

Mas a verdade é que vejo o suficiente para não andar a bater nas portas, nem ter, ou provocar, acidentes de viação quando me encontro ao volante.

E até agora isso bastava-me. Quer-se dizer, uma pessoa também não têm de ser o Super Homem com a sua visão RX. Não necessito de ver Marrocos quando me encontro numa praia Algarvia. Nem sequer tenho de ver a pessoa que está 500 metros à minha frente. Por isso, a minha visão está para lá de boa, quer dizer, suficiente.

Porém, e depois da minha consulta de hoje na medicina no trabalho, creio que vou ter mesmo de marcar uma consulta no oftalmologista.

Porquê?

Vamos lá ver se eu consigo explicar...ora bem, cabeça encostada a uma maquineta, enquanto a técnica lá ia colocando umas letrinhas e imagens para eu ver,

- diga-me o que está na linha 7
- oi? hem? linha 7??
- a 2ª a contar de baixo
- ah, essa, não vejo nada
- e a acima dessa?
- nop
- em que linha começa a ver?
- Bem, mais ou menos, na 3ª a contar de cima
- hum, ok...então diga lá o que vê
...

Muda para a imagem de umas bolas com fundos padronizados e números no seu interior,

- que números vê?
- hum (esforço) um 35, um....(concentração, muita) 15, um 43...há duas que não consigo ver nada...

Seguiram-se mais uns exames do género.
No final a senhora diz,

- você não usa mesmo óculos???
- nop.

- é que você não vê um boi à frente! (sim ela usou estas mesmas palavras)

Aconselhou-me a ir a um oftalmologista. Depois de mais uns quantos exames, lá fui para a consulta com o médico, que entretanto tinha ido buscar a minha fichinha e testes.

Sentado à secretária, comigo à sua frente, olha para o exame do rastreio visual e,

-ui...epá...o seu exame à vista...você está-me a ver????

Pronto, foi a gota de água. Lá vou ter de ir ao médico...

P.S.: Sim, tudo o resto estava impec, até o RX aos pulmões (eu, fumadora). Única nota na ficha, consultar um oftalmologista....

16/02/2011

E quando a nossa inspiração não abunda...

( e o estado de espírito não ajuda)

Não há post pa ninguém.

09/02/2011

Lindo...

E porque tenho a certezinha que já estamos todos fartinhos da pu** da música do Pingo Doce, aqui fica uma versão bem mais gira...



Nota: Gracias Luigi

Quero ver...

Amy Winehouse actua no Sudoeste a 4 de Agosto

Sóbria???

Isto é normal???

"O cadáver de uma mulher foi encontrado nove anos depois de ter morrido no apartamento em que vivia sozinha, em Rio de Mouro. O seu desaparecimento foi participado mas ninguém investigou."

Eventualmente eu posso ser instigada pelos CSI, Bones, e outras séries que tais, mas ainda assim, um corpo morto não entra em decomposição? não cheira assim tipo mal pa caraças?
9 anos?? Num apartamento? E ninguém deu por nada??

Pelos vistos o "cheiro" só chegou mesmo às Finanças...

"Não fossem as Finanças e provavelmente ainda não se saberia. Que o cadáver de Augusta Duarte Martinho jazia há nove anos no chão da cozinha do apartamento em que vivia, na Rinchoa, em Rio de Mouro.

Mas havia uma dívida por liquidar e a ordem de execução de uma penhora.

Eram quase 17 horas de ontem quando uma agente da PSP da 89ª esquadra foi chamada para auxiliar à penhora de um apartamento na Praceta das Amoreiras. A casa já tinha sido vendida em leilão. No local estava, além da polícia, um funcionário das Finanças, a nova proprietária do apartamento que o ía visitar pela primeira vez e um serralheiro com a incumbência de arrombar a porta e colocar uma nova fechadura, procedimento banal neste tipo de situações."

Bem, e que agradável que deve ter sido para a nova proprietária, hem.

"No chão da cozinha do apartamento, encontraram o corpo em avançado estado de decomposição de Augusta Duarte Martinho que, no próximo sábado, completaria 96 anos. Os seus animais de estimação, um cão e dois pássaros estavam também mortos na varanda."

Ah os animais estavam mortos na varanda...suponho que não houvessem vizinhos então. Não esperem, afinal...

"O prédio onde vivia há cerca de 30 anos, tem cinco andares com três apartamentos cada, todos habitados. Mas apenas uma das vizinhas do primeiro andar, Aida Martins, se relacionava com Augusta Martinho."

Cinco andares? Todos habitados??? Oi??
Ah, não se relacionavam, então é isso...(e não devem ter olfacto suponho!)

Mas afinal houve uma suspeita...

"Foi a caixa de correio cheia que lhe chamou a atenção, conta."

Pronto, não foi o cheiro nauseabundo, foi a caixa do correio cheia, pois tá claro...

Bem, pelos vistos das inúmeras participações à policia do desaparecimento da senhora, nunca houve uma autorização para arrombar a porta.
Parvos, deviam era ter ido logo às Finanças, a ver se não arrombavam a porta em 3 tempos.

Ainda sobre o post anterior...

Se eram areias, ou pedras, ou lá o que lhes queiram chamar...já se foram.

Rins e vesícula, limpinhos!

Eles insistem na cólica renal. Eu fico feliz por não ter tido mais dores e estar tudo bem agora.

07/02/2011

Ah, então era capaz de ser isso...

Depois de umas quantas horas com dores agudas - e dado que eu por norma não sou sissi, e não me queixo por qualquer coisita - chega o diagnóstico...

Cólica Renal.

Pelo menos foi a teoria com que avançaram, futuros exames poderão confirma-la.

Muito bom...


Gostei muito.

Não gosto do estilo cowboy, nem quando o senhor se arma em bad cop, mas admito que o Clint Eastwood, enquanto realizador, está lá, mesmo!

Têm é uma propensão para o drama que é obra.
Ainda ontem, e depois de ver este filme - que não obstante de ser bom, não é propriamente "levezinho" - revi o Million Dollar Baby na TV...excelente filme, mas um dramalhão daqueles.

Mas é daquelas coisas, cada qual se dedica - ou deveria dedicar - aquilo para que têm mais jeito. Ao Clint, dá-lhe para o drama - antes isso do que as coboiadas*...

* Filmes de Cowboys, ok!