- não chove (ou pouco pelo menos);
- não faz frio;
- usamos cores mais alegres;
- andamos mais bem dispostos;
- a roupa é mais leve;
- o dia é maior, ou em alternativa, as luzes acendem-se bem mais tarde;
- vamos à praia;
- acaba-se a pele tom lula a desbotar;
- deixamos de ter de conjugar 50 mil peças de vestuário pela manhã;
- acabam-se os casacos, casaquinhos e casacões;
- as comidas são mais "leves" e a vontade de comer é menor (o que ajuda as dietas);
- as pessoas com quem nos cruzamos diariamente deixam de andar com o ar "todos lhe devem e ninguém lhe paga" (pronto, algumas pelos menos, noutras o sintoma já é crónico);
- com uma simples peça de roupa, estou apta a sair de casa (vá, não conto com a roupa interior)...o vestido;
- a noite torna-se agradável;
- chegam os festivais de Verão - o que é bom, quando não são no cu de judas;
- chegam os caracóis, ah e as imperiais fresquinhas;
- chegam as férias;
- o clássico, e um dos meus preferidos, andamos com o pé ao léu;
- a vida continua a estar cara, o País continua a não andar para a frente mas não queremos saber, estamo-nos a borrifar, é Verão, estamos alegres...
11/03/2011
Será que é desta que eu me converto...
Amanhã tenho um encontro imediato...com a Bimbi.
Será que amanhã me converto em Bimbólica*?
Depois conto o resultado...
*E se assim for, converto-me simultaneamente em gatuna, assaltante de ATM - sim, porque o brinquedo é bem carote...
Será que amanhã me converto em Bimbólica*?
Depois conto o resultado...
*E se assim for, converto-me simultaneamente em gatuna, assaltante de ATM - sim, porque o brinquedo é bem carote...
10/03/2011
Ando mesmo muito desactualizada, mas em vias de redenção...
09/03/2011
A divagar...
Bem que sei que já vai sendo nosso apanágio atirar pedras, mesmo quando temos algumas telhas de vidro. Que seguimos à letra o ditado "diz o roto ao nu". Mas haja algum decoro.
É ridículo andar para ai a apontar dedos aos outros, atirar pedras, contestar e exigir, quando não temos a mais pequena moral para o fazer.
Bem sei, se eu me atiro a um poço não vou, ainda assim, dizer aos outros para se atirarem também - já diz o ditado, faz o que eu digo, não faças o que eu faço - mas não vamos levar este lema ao exagero, sim.
Já chega de ver os lobos deste Mundo a vestirem a pele de cordeiros.
Ganhem vergonha na cara. Antes de abrirem a boca para berrar, e esfregarem as mãos para escrever, levem a mão à consciência e pensem bem se são pessoas com a mínima integridade e moral para o fazerem.
Acusar os outros e falar mal é fácil, todos sabemos fazer. Agora fazer o correcto já é outra conversa...
Não exaltem hinos que não sabem (não querem) cantar, sob pena de estarem é a gozar com quem, realmente, faz um esforço.
A sério...manquem-se! Tenham noção do ridículo.
Obs: Este post é à laia de private joke, mas como é uma carapuça que a muitos serve, sintam-se à vontade de a usar...
É ridículo andar para ai a apontar dedos aos outros, atirar pedras, contestar e exigir, quando não temos a mais pequena moral para o fazer.
Bem sei, se eu me atiro a um poço não vou, ainda assim, dizer aos outros para se atirarem também - já diz o ditado, faz o que eu digo, não faças o que eu faço - mas não vamos levar este lema ao exagero, sim.
Já chega de ver os lobos deste Mundo a vestirem a pele de cordeiros.
Ganhem vergonha na cara. Antes de abrirem a boca para berrar, e esfregarem as mãos para escrever, levem a mão à consciência e pensem bem se são pessoas com a mínima integridade e moral para o fazerem.
Acusar os outros e falar mal é fácil, todos sabemos fazer. Agora fazer o correcto já é outra conversa...
Não exaltem hinos que não sabem (não querem) cantar, sob pena de estarem é a gozar com quem, realmente, faz um esforço.
A sério...manquem-se! Tenham noção do ridículo.
Obs: Este post é à laia de private joke, mas como é uma carapuça que a muitos serve, sintam-se à vontade de a usar...
Cenas de gajas...
Estou apaixonada por este vestido,

Eu até tinha cortado relações com a Mango, dado que as ultimas colecções tinham sido más, e os saldos então, de morrer.
Cada vez que entrava na loja, em saldos, sentia que tinha estado numa cápsula do tempo e tinha acordado em 19...vá 80 - acho que até sentia o cheiro a mofo.
Mas com este vestido (e mais um ou outro que já vi no site) redimiram-se.
Não sei quantos mais dias vou resistir a uma incursão à Mango...

Eu até tinha cortado relações com a Mango, dado que as ultimas colecções tinham sido más, e os saldos então, de morrer.
Cada vez que entrava na loja, em saldos, sentia que tinha estado numa cápsula do tempo e tinha acordado em 19...vá 80 - acho que até sentia o cheiro a mofo.
Mas com este vestido (e mais um ou outro que já vi no site) redimiram-se.
Não sei quantos mais dias vou resistir a uma incursão à Mango...
08/03/2011
Festival da canção...
Lindo, a sério, é só o que me ocorre dizer.
Esta merda é linda. E eu que achava que já nem havia festival da canção...
Esta merda é linda. E eu que achava que já nem havia festival da canção...
02/03/2011
Há males que vêm por bem...
Ou na minha versão - toma lá banco filho da pu** que agora também já não necessito de vocês, mas ainda assim não se livram de ser insultados quando, finalmente, me ligarem.
Pois é, o meu lindo banco, esses chulos que dão pelo nome de - ah, espera não posso dizer - está desde 5ª feira passada para me responder a um pedido, extremamente simples, para o qual solicitei (e devidamente expliquei) urgência.
Mas agora meus grandes chulos podeis ir para a meretriz que vos cuspiu, porque agora já não quero.
Pois é, o meu lindo banco, esses chulos que dão pelo nome de - ah, espera não posso dizer - está desde 5ª feira passada para me responder a um pedido, extremamente simples, para o qual solicitei (e devidamente expliquei) urgência.
Mas agora meus grandes chulos podeis ir para a meretriz que vos cuspiu, porque agora já não quero.
E sobre o meu estado de fadiga, só me ocorre dizer...
Para a semana temos um feriado, oh yeah!!
E não, não faço ponte, mas um feriado é sempre um feriado, especialmente depois de 2 meses e pouco de seca. Não devia ser permitido haver meses sem, pelo menos, um feriado.
E não, não faço ponte, mas um feriado é sempre um feriado, especialmente depois de 2 meses e pouco de seca. Não devia ser permitido haver meses sem, pelo menos, um feriado.
E lá foi mais uma edição dos óscares...
E eu ainda por meter em dia, praticamente, todos os nomeados e vencedores.
Será que é este fim de semana que eu consigo ir ao cinema...
Veremos. Mas dado que amanhã ainda só é quarta e eu sinto-me como se já fosse sexta (tal é o volume de trabalho), não sei não.
Será que é este fim de semana que eu consigo ir ao cinema...
Veremos. Mas dado que amanhã ainda só é quarta e eu sinto-me como se já fosse sexta (tal é o volume de trabalho), não sei não.
27/02/2011
Da edição 2000 do Expresso...
Comparações diversas entre 1973 e a actualidade.
- 58.650 era o número de estudantes do ensino superior em 1973. Em 2010 eram 383.627...
Isto é capaz de explicar muita coisa. Digo eu.
- 58.650 era o número de estudantes do ensino superior em 1973. Em 2010 eram 383.627...
Isto é capaz de explicar muita coisa. Digo eu.
Deve ser das ruivas...
É, deve ser isso...
A primeira vez que ouvi isto, por alguns segundos, pensei que fosse uma nova música da amiga Florence...
A primeira vez que ouvi isto, por alguns segundos, pensei que fosse uma nova música da amiga Florence...
25/02/2011
Gosto muito, mas mesmo muito desta música...
O filme não é uma obra prima, mas a música...é excelente.
Aliás a banda sonora da trilogia é bastante boa.
24/02/2011
É que já não ouvia esta palavra à anos...
23/02/2011
E porque só se fala nisso...
Nos jornais, nos noticiários, por essa blogesfera fora...também eu me vou arrogar a dissertar um bocadinho...
E se ainda não adivinharam...mete a "famosa" música dos Deolinda (q ainda não ouvi) e a palavra rasca, já estão a ver onde isto vai, não já??
Ando assim a modos que a ficar um bocadito farta desta conversa da geração "à rasca", e de todos os comentários que ouço e leio.
Ah e tal que não temos dinheiro, ah e tal que não condições para sairmos de casa dos pais, ai que não posso fazer nada...ai, ai, ai...
Ora bem, quero apenas lembrar que na altura dos nossos pais as coisas também não foram fáceis.
Geração à rasca?
Eles também não viveram num mar de rosas. 25 dias de férias. Subsídios. Licenças. Direitos. Ordenados elevados. Não, eles (ou muitos deles) também não tiveram nada disso, durante muito tempo.
O meu pai chegou a aceitar um trabalho na construção civil, a carregar sacos de cimento, para conseguir pagar os estudos, - e as despesas da casa, na altura já com um filho nascido - à noite (sim, depois de um dia de trabalho duro), para conseguir uma vaga no Banco onde trabalhou até à sua reforma.
Recebeu mal, trabalhou muitas horas, e pagava a casa com muitas dificuldades. Mas safou-se, educou-me a mim e ao meu irmão e conseguiu assegurar uma reforma mais confortável para si. Pagou os nossos estudos até ao ensino superior, para termos uma vida melhor.
Naturalmente, e porque não sou acéfala, não digo com isto que devemos todos cruzar os braços e resignarmo-nos. Não, não é isso. Devemos protestar? Devemos sim senhora. Exigir melhores condições.
É injusto, cruel, aproveitador, abusivo...and so on, aquilo que se passa na nossa sociedade. As entidades patronais usam e abusam dos funcionários (muitos deles excelentes funcionários). E por isso devemos lutar. Até porque depois dos meus (dos nossos) pais já houve o 25 de Abril, chegaram os direitos, há um código de Trabalho há Tribunais...
Os tempos mudaram, e as condições deveriam ter mudado para melhor, é verdade. Mas digo apenas que não somos "a" geração à rasca. Não somos "pioneiros". Não nos elimina as dificuldades e a dor, mas não somos caramba.
Ai porque temos de viver em casa dos pais até não sei que idade. E antes??
Antes os nossos pais viviam com os pais deles (nossos avós), partilhavam uma casa com pais e sogros (geralmente na deles, na dos nosso avós).
Nem todos é certo, mas os que não o faziam também se viam à rasca para pagar a renda/prestação ao banco (e na altura os juros eram upa, upa), chegando até a alugar quartos a estranhos para ajudar a pagar a dita casa.
Viajavam? Não. Férias? Sim, na santa terrinha, para quem a tinha (na casa dos avós).
Iam ao cinema, ao teatro a concertos? Não. Não havia dinheiro para isso, tinham filhos (nós) para educar.
Compravam bens de luxos - telemóveis de € 300? ténis caros? malas caras? Não.
Jantavam fora? Não. Saiam à noite? Não, ou muito pouco pelo menos (e tendencialmente para fazer programinhas baratos).
Abdicaram de tudo isto para nos educarem e terem uma casa? Sim, abdicaram.
Volto a dizer, andamos diariamente à rasca, andamos pois. É um facto, uma realidade. Contamos os tostões todo o santo mês. Ando à rasca todos os meses, tal como boa parte das pessoas que conheço, mas não é uma situação inédita, não somos vitimas de uma atrocidade nunca antes assistida.
Não nos vamos armar em mártires e coitadinhos. Ai que somos "a" geração à rasca. Uma nova "estirpe".
À rasca já andaram os nossos pais, avós e bisavós.
Podemos não ter evoluído como desejado e esperado, e como muitos Países conseguiram fazer. Mas não somos "a" geração à rasca, somos quanto muito mais uma...
Se isso faz diferença, não sei...isto é só a minha opinião.
E se ainda não adivinharam...mete a "famosa" música dos Deolinda (q ainda não ouvi) e a palavra rasca, já estão a ver onde isto vai, não já??
Ando assim a modos que a ficar um bocadito farta desta conversa da geração "à rasca", e de todos os comentários que ouço e leio.
Ah e tal que não temos dinheiro, ah e tal que não condições para sairmos de casa dos pais, ai que não posso fazer nada...ai, ai, ai...
Ora bem, quero apenas lembrar que na altura dos nossos pais as coisas também não foram fáceis.
Geração à rasca?
Eles também não viveram num mar de rosas. 25 dias de férias. Subsídios. Licenças. Direitos. Ordenados elevados. Não, eles (ou muitos deles) também não tiveram nada disso, durante muito tempo.
O meu pai chegou a aceitar um trabalho na construção civil, a carregar sacos de cimento, para conseguir pagar os estudos, - e as despesas da casa, na altura já com um filho nascido - à noite (sim, depois de um dia de trabalho duro), para conseguir uma vaga no Banco onde trabalhou até à sua reforma.
Recebeu mal, trabalhou muitas horas, e pagava a casa com muitas dificuldades. Mas safou-se, educou-me a mim e ao meu irmão e conseguiu assegurar uma reforma mais confortável para si. Pagou os nossos estudos até ao ensino superior, para termos uma vida melhor.
Naturalmente, e porque não sou acéfala, não digo com isto que devemos todos cruzar os braços e resignarmo-nos. Não, não é isso. Devemos protestar? Devemos sim senhora. Exigir melhores condições.
É injusto, cruel, aproveitador, abusivo...and so on, aquilo que se passa na nossa sociedade. As entidades patronais usam e abusam dos funcionários (muitos deles excelentes funcionários). E por isso devemos lutar. Até porque depois dos meus (dos nossos) pais já houve o 25 de Abril, chegaram os direitos, há um código de Trabalho há Tribunais...
Os tempos mudaram, e as condições deveriam ter mudado para melhor, é verdade. Mas digo apenas que não somos "a" geração à rasca. Não somos "pioneiros". Não nos elimina as dificuldades e a dor, mas não somos caramba.
Ai porque temos de viver em casa dos pais até não sei que idade. E antes??
Antes os nossos pais viviam com os pais deles (nossos avós), partilhavam uma casa com pais e sogros (geralmente na deles, na dos nosso avós).
Nem todos é certo, mas os que não o faziam também se viam à rasca para pagar a renda/prestação ao banco (e na altura os juros eram upa, upa), chegando até a alugar quartos a estranhos para ajudar a pagar a dita casa.
Viajavam? Não. Férias? Sim, na santa terrinha, para quem a tinha (na casa dos avós).
Iam ao cinema, ao teatro a concertos? Não. Não havia dinheiro para isso, tinham filhos (nós) para educar.
Compravam bens de luxos - telemóveis de € 300? ténis caros? malas caras? Não.
Jantavam fora? Não. Saiam à noite? Não, ou muito pouco pelo menos (e tendencialmente para fazer programinhas baratos).
Abdicaram de tudo isto para nos educarem e terem uma casa? Sim, abdicaram.
Volto a dizer, andamos diariamente à rasca, andamos pois. É um facto, uma realidade. Contamos os tostões todo o santo mês. Ando à rasca todos os meses, tal como boa parte das pessoas que conheço, mas não é uma situação inédita, não somos vitimas de uma atrocidade nunca antes assistida.
Não nos vamos armar em mártires e coitadinhos. Ai que somos "a" geração à rasca. Uma nova "estirpe".
À rasca já andaram os nossos pais, avós e bisavós.
Podemos não ter evoluído como desejado e esperado, e como muitos Países conseguiram fazer. Mas não somos "a" geração à rasca, somos quanto muito mais uma...
Se isso faz diferença, não sei...isto é só a minha opinião.
20/02/2011
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