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07/05/2010

Excelente!! Alive soma e segue!!!

Dia 8 de Julho, Florence and the machine no Alive!!

Sim, bem sei que os vi à pouco mais de um mês...mas soube a pouco, por isso...venham eles!!! Mesmo fixe!!

05/05/2010

Feira do Livro!!

Pois é amiguinhos, a Leya rules!

Este ano na feira do livro, de 2ª a 5ª das 22:30 às 23:30 os livros, com mais de 18 meses desde a data da 1ª edição, estão com 50% de desconto sobre o PVP.

Muitas das bancas boicotaram a "hora h", outras limitaram apenas a alguns livros, no entanto a Leya, que têm inúmeras bancas, Asa, Teorema, D. Quixote, Texto, entre muitas outras, aderiu em força e têm tudo (mais uma vez, com mais de 18 meses) a 50%, nomeadamente os dicionários (esta dica é para a amiga Patty), portanto amiguinhos agora já não há desculpa, ide até lá!

Eu vim de lá com este "lotezinho" bem jeitoso...(e ainda me sinto tentada a voltar!)

27/03/2009

Mudança de hora!


Pois é amiguinhos não se esqueçam que de Sábado para Domingo vamos passar para o horário de Verão.

Infelizmente isso significa que vamos dormir menos uma hora no Domingo...
Portanto à 1:00h de 29 de Março não se esqueçam de passar os relógios para as 2:00h.
P.S.: Vá, não desanimar, no dia 25 de Outubro para compensar dormimos mais uma hora!!

06/03/2009

EU QUERO!!!!!!

Já á venda e eu QUERO!!!!

12/02/2009

Herb News


Estudo norte-americano revela que fumadores frequentes de marijuana têm mais 70 por cento de risco de ter cancro dos testículos

Um grupo de investigadores norte-americanos publica hoje um artigo na revista "Cancer" que estabelece uma associação entre o consumo de marijuana e o risco de desenvolver cancro nos testículos. Segundo os dados obtidos, um fumador frequente de marijuana tem mais 70 por cento de risco de vir a desenvolver um cancro nos testículos. Comparando com alguém que nunca fumou, os consumidores que recorrem a esta droga numa base semanal ou que a fizeram uso dela durante longos períodos na adolescência enfrentam o dobro do risco.


Desde 1950 que a taxa de incidência de dois principais tipos de cancro de testículo (os seminomas e os não seminomas) tem vindo a aumentar a um ritmo de 3 a 6 por cento por ano nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Austrália e Nova Zelândia. Paralelamente, durante o mesmo período aumentou também o consumo de marijuana na América do Norte, Europa e Austrália.


Os investigadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center notaram esta coincidência e decidiram estudar uma possível associação entre os dois fenómenos. A equipa entrevistou 369 homens com idades entre os 18 e os 44 anos a quem tinha sido diagnosticado um cancro nos testículos e aos quais foram apresentadas questões relacionadas com o consumo de marijuana, entre outras perguntas sobre o estilo de vida (incluindo hábitos tabágicos e de consumo de álcool).


Para que fosse possível um termo de comparação, foram chamados também a participar 979 homens, seleccionados aleatoriamente apenas com base na idade e área geográfica de residência (Seattle). E mesmo tendo em conta diversas variáveis importantes como uma eventual história familiar deste tipo de tumor, o uso de marijuana revelou-se um factor de risco significativo e autónomo para o cancro de testículo.


O cancro nos testículos é responsável por apenas 1% dos cancros no homem. No entanto, é o tumor maligno mais comum no grupo etário entre os 15 e 35 anos, sendo um cancro raro em asiáticos e africanos.

05/09/2008

Um dia na vida de um português em Agosto de 2008

Opinião

8h30 – José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.

9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.

10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.

10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.

10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.

11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.

11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.

11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.

11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.

11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.

11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.

17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.

18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra no veículo e dirige-se para casa.

18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.

20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.

29/07/2008

O que fazer com o óleo alimentar?






Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.


Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.


A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.


Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.


São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

10/06/2008

Pronto...O Caos está instalado!!

Estava eu hoje a meio da tarde a passar ao pé da bomba da Galp, no alto de S. Catarina, e qual o meu espanto ao ver assim tipo umas 20 e tal viaturas na fila para abastecer...

Na minha inocência pensei, querem ver que estão a oferecer gasolina...hehehe
Mas não...não era isso. Fui entretanto informada que pelos vistos algures (sabe Deus onde! provavelmente no fim do Mundo), uma gasolineira ficou sem gasolina devido à impossibilidade de abastecimento originado pelo boicote dos camionistas.

Aparentemente amanhã os camionistas vão bloquear as entradas e saídas de Lisboa.
Como não podia deixar de ser, esta notícia provocou o habitual alarmismo excessivo nos belos Portugueses, que correram em massa às bombas (enchendo assim os bolsos desses chulos!) e originando filas enormes.

Passei por Linda-a-Velha e o cenário era o mesmo...Que jeitaço que isto me dá...logo hoje que tenho a minha viatura na reserva!!!

Mas olhem fica aqui a dica, se necessitam de combustíveis tentem abastecer hoje à noite, porque desconfio que amanhã ainda vai ser pior...pelo menos é o que eu vou fazer.